Sempre que é hora de escrever algo sobre esse povo, geralmente eles mesmos são o alvo, então, eles estão mais do que carecas de saber tudo o que eu escrevo e penso... Não tem como ser diferente... sou uma vítima da mesmície... mas quem os mandou ser unanimidade?
É a Grande Família... em número e qualidade... Grande em capacidade de acolhimento... grande em princípios e educação...
Cada qual com suas características mais do que definidas... tão diferentes entre si, mas em comunhão constante... harmonia total, apesar de uns "estressezinhos" humanos e saudáveis... Vamos às descrições...
São duas meninas e três meninos...
A mais nova, elétrica... "safa"... sagaz... cheia de iniciativa e pioneirismo... independente...
A mais velha... doce... meiga... prendada... tão diferentes, mas tão delicinhas... tão especiais...
O menino mais novo... um príncipe... liiiiiiiiiiindo... dono de um sorriso que ilumina o ambiente...
O do meio, a figuraça... boa praça... amigodosamigos... a personificação do carisma... a piada certa na hora certa...
O mais velho... mistura as qualidades dos dois mais novos, se mistura os defeitos também - não sei... se é assim, ele os esconde muito bem...
São três moças e um rapaz...
O rapaz... vamos lá... gentil, educado, inteligente, meio chato e palpiteiro, principalmente no que diz respeito à quantidade de vinagrete... hehehehehe... uma galinha choca no que diz respeito aos seus rebentos... mas é assim... TUDO... se vc passa um tempo prolongado perto, ainda acha pouco... excelente companhia... Seu maior defeito?: Pensamento verde!
A moça mais nova... Sherlock Holmes de saia... memória prodigiosa... inteligente... esforçada... é a que tem a idade mais próxima à minha, portanto, nossas lembranças e preferências são também semelhantes... comunhão total...
A moça do meio... aaaaaaaaaaaaaaaaaah a moça do meio... é dona da gargalhada mais gostosa... se diverte com meus "causos" e, quando nos juntamos ao redor daquela mesa mágica, é diversão garantida! Solidária... preocupada (às vezes ao extremo)... zelosa e querida...
A moça mais velha... nem sei ao certo como definir... é musical... sorridente... elegante... se eu tivesse que transformá-la numa ocasião, ou numa situação qualquer, sua lembrança me remete às margens de uma estrada, talvez na Serra Gaúcha... ornada por hortênsias de todos os tons... ela tem o astral de um almoço de domingo, com mesa farta e feliz... ou uma pipoquinha debaixo do edredon, assistindo sessão da tarde... deu para entender minha viagem? algo simples... mas extremamente prazeiroso... encantador... sem falar no seu príncipe encantado... que, nem em seus momentos "sapo" deixa de ser encantador... meu companheiro de garfo, copo e risadas... um presente importado da Itália diretamente para a nossa família!
Aí... passamos para a alta cúpula dessa grande família... composta por dois pilares... dois sustentáculos... que não há o que derrube... um deles é o arrojo... a iniciativa... a disposição... uma motivação incansável a ajudar o próximo... os próximos... quem quer que seja... independente da situação, localização, etc... ávida por um bom papo... inteligente... passeia com total desenvoltura por todos os assuntos... seja música, cinema, livros, novelas e até deliciosas fofoquinhas de celebridades...
O outro é a ternura... "Você é isso... uma beleza imensa... toda a recompensa de um amor sem fim..." sinônimo de colo e aconchego... cheiro de panela cheia no ar... um rosto onde não cabe outra expressão senão um largo sorriso... quando editaram pela primeira vez o Dicionário Aurélio, o mais fiel sinônimo da palavra "MÃE" começava com a letra "H"...
É... é uma grande família... muito unida... muito ouriçada... morro de orgulho de fazer parte dela, apesar de não saber bem onde me encaixo... o importante é estar no contexto, sempre!
Muitos churrascos hão de vir... muitos concursos bem sucedidos... muitas oportunidades desse convívio tão rico de tudo!
Amo vocês... desde os mais velhos, que planataram toda essa qualidade... até os mais novos, que são o recibo passado de todo um trabalho feito que, evidente, não foi em vão!
Sucesso sempre!
Beijos e bênçãos, família Nagata!
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Receptora Universal...
Estava aqui com meus botões, matutando em como Deus é bom para mim, dadas as últimas ocorrências bombásticas de minha vida...mas, se eu fuçar um pouquinho mais, vou ver que essas manifestações do poder dEle acontecem desde que eu respirei a primeira vez...
Hoje eu pensei muito nesse lance de sangue... laços consangüíneos... e meu conceito sobre o tema parece ser totalmente contrário ao pensamento da maioria das pessoas... E EU ADORO ISSO!
Eu sou, tranquilamente, a pessoa que mais "tias" tem no mundo...
Marylena...
Dona Alzira...
Tia Célia...
Tia Terezinha Trevisan...
Tia Rosa...
Tia Hilda...
Tia Fumi...
Tia Lala...
Tia Rejane...
e... porventura alguma delas assina Mainardi? Rosário? nem eu tampouco Calabretti, Faria de Oliveira, Martins, Nogueira Lima, Nagata ou Rocha...
onde eu quero chegar? o que eu quero dizer com isso, que minhas tias legítimas são ruins? Nãoooooooooooooooooooooooooooooo pelamordedeus... elas são ótimas! O que quero dizer é que Deus, em sua infinita misericórida, pode ter me privado de uma coisa ou de outra, em termos familiares, mas, em compensação, disponibilizou toda uma horda de anjos ao longo de toda a minha existência, que me cercou de bons fluidos, bons conselhos, bons quitutes e carinho... muito carinho... isso porque eu não citei as minhas amadas que já estão me guardando lá de cima... tia Inah... aaaaaaaaaaaaaaaaaaaah a tia Inah... minha confidente querida... tia Lourdes... tia Tereza Misutori... até tia Anita, com suas roupinhas Pullsport e o arroz do tio Mário (saudades da Lu e da Cléo... - nossa, quantos anos faz isso?), tia Maria Sayão... tia Avanny... suspiros... e a TIA ITA, né gente?
(lá vou eu começar a escrever chorando de novo...)
Então... vem a pergunta... QUANDO, MEU DEUS, O SENHOR ME DESAMPAROU?
desculpe... eu sou a última pessoa do universo que tem o direito de blasfemar... usei os nomes das tias para exemplificar de um modo mais sucinto, todo mundo que, de alguma forma, se doou a mim em algum dia... em alguma ocasião... nem que tenha sido por intermédio de um bom pensamento... Fátima Calabretti e Marylena Bonaldo... Seu Malvino... meu tio Carequinha, Lúcia, Lígia, Regina e Paula... todos os Nagata de São Paulo (já numa terceira geração de amados)... e Marcelo Rocha... sem um segundo de dúvida, tem muita gente faltando... o post não é sobre pessoas a quem eu deva algo, ou a todos os que eu amo... nesse, falo de sangue-não sangue... de ter a bênção divina de, mesmo não assinando todos esses sobrenomes, nem ter sua carga genética, sou RECEPTORA UNIVERSAL de todos e quero muitas... muitas bolsas mais de tudo de bom que vcs, sempre tão generosamente, me oferecem... foi essa doação contínua que me sustentou, nutriu, amparou, por todos esses quase 37 (aaaargh!) anos... e eu sei que esse banco nunca sofrerá com baixas de estoque!
Obrigada, meu Deus por sua presença em minha vida!
Obrigada, Senhor, por permitir a presença de todos esses queridos ao meu redor...
Os guarde... sempre!
e aos que lerem, um ditadinho...
"a maior das bênçãos é saber reconhecer as que a gente tem!"
beijos e bênçãos!
Hoje eu pensei muito nesse lance de sangue... laços consangüíneos... e meu conceito sobre o tema parece ser totalmente contrário ao pensamento da maioria das pessoas... E EU ADORO ISSO!
Eu sou, tranquilamente, a pessoa que mais "tias" tem no mundo...
Marylena...
Dona Alzira...
Tia Célia...
Tia Terezinha Trevisan...
Tia Rosa...
Tia Hilda...
Tia Fumi...
Tia Lala...
Tia Rejane...
e... porventura alguma delas assina Mainardi? Rosário? nem eu tampouco Calabretti, Faria de Oliveira, Martins, Nogueira Lima, Nagata ou Rocha...
onde eu quero chegar? o que eu quero dizer com isso, que minhas tias legítimas são ruins? Nãoooooooooooooooooooooooooooooo pelamordedeus... elas são ótimas! O que quero dizer é que Deus, em sua infinita misericórida, pode ter me privado de uma coisa ou de outra, em termos familiares, mas, em compensação, disponibilizou toda uma horda de anjos ao longo de toda a minha existência, que me cercou de bons fluidos, bons conselhos, bons quitutes e carinho... muito carinho... isso porque eu não citei as minhas amadas que já estão me guardando lá de cima... tia Inah... aaaaaaaaaaaaaaaaaaaah a tia Inah... minha confidente querida... tia Lourdes... tia Tereza Misutori... até tia Anita, com suas roupinhas Pullsport e o arroz do tio Mário (saudades da Lu e da Cléo... - nossa, quantos anos faz isso?), tia Maria Sayão... tia Avanny... suspiros... e a TIA ITA, né gente?
(lá vou eu começar a escrever chorando de novo...)
Então... vem a pergunta... QUANDO, MEU DEUS, O SENHOR ME DESAMPAROU?
desculpe... eu sou a última pessoa do universo que tem o direito de blasfemar... usei os nomes das tias para exemplificar de um modo mais sucinto, todo mundo que, de alguma forma, se doou a mim em algum dia... em alguma ocasião... nem que tenha sido por intermédio de um bom pensamento... Fátima Calabretti e Marylena Bonaldo... Seu Malvino... meu tio Carequinha, Lúcia, Lígia, Regina e Paula... todos os Nagata de São Paulo (já numa terceira geração de amados)... e Marcelo Rocha... sem um segundo de dúvida, tem muita gente faltando... o post não é sobre pessoas a quem eu deva algo, ou a todos os que eu amo... nesse, falo de sangue-não sangue... de ter a bênção divina de, mesmo não assinando todos esses sobrenomes, nem ter sua carga genética, sou RECEPTORA UNIVERSAL de todos e quero muitas... muitas bolsas mais de tudo de bom que vcs, sempre tão generosamente, me oferecem... foi essa doação contínua que me sustentou, nutriu, amparou, por todos esses quase 37 (aaaargh!) anos... e eu sei que esse banco nunca sofrerá com baixas de estoque!
Obrigada, meu Deus por sua presença em minha vida!
Obrigada, Senhor, por permitir a presença de todos esses queridos ao meu redor...
Os guarde... sempre!
e aos que lerem, um ditadinho...
"a maior das bênçãos é saber reconhecer as que a gente tem!"
beijos e bênçãos!
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Ainda no Ana Rosa...
Dentro de todo um contexto... de um dia-a-dia tumultuado... aparecem algumas pessoas dignas de nota... nota essa de admiração e respeito... ainda ontem falei um pouco sobre a Lucia, a Li, a Margô e o Paulo... e em linhas gerais sobre a Gilda... a Vitória... e a Dona Maria... hoje vou falar sobre outras pessoas...
Certo dia recebi um e mail sobre "O Segredo" e me propus a fazer um exercício que mandam lá... o de ressaltar as qualidades ao invés dos defeitos... tentei... tento... e não é que dá certo?
As pessoas de quem falei ontem os têm... as que vou falar hoje, ídem... mas, DEIXA OS DEFEITOS PRÁ LÁ...
A Inês... pessoa curiosa ela... (não que ela seja curiosa, me entendam...) uma super mãe... super avó... muito caprichosa no que faz... tenho a agradecer sua solidariedade na época do meu pós operatório... sua preocupação em cada entalada minha... coitada... sofria junto... mais um pouco também colocava a merenda para fora, só para eu não me sentir fora do contexto... hehehe...
A Sônia... aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah a Sônia... mexa com a língua dela e arque com as consequências... que podem ser desastrosas... eu não sei como uma pessoa pode ser tão diametralmente oposta dentro de um corpo só... e tudo ao mesmo tempo... é a personificação da confusão... toooooooooda bichada... acho que não tem um órgão funcionando plenamente... mas, ainda assim, ela consegue e dá banho de disposição em meio mundo... mesmo não estando nem um pouco disposta, coitada... vamos lá... É A MAIOR LÍNGUA PRETA QUE JÁ VI NA VIDA... em compensação propala aos quatro ventos boas qualidades de inúmeras pessoas... É IMPIEDOSA E ÁCIDA... em compensação é, tranquilamente a pessoa mais solidária, pau-pra-toda-obra, a "que veste a camisa", para tudo o que QUALQUER UM - eu disse - QUALQUER UM MESMO possa precisar... e, ainda mais, mesmo que ela não tenha para dar, ela conhece quem tem, dá um jeito de arrumar ou até se endivida para tentar ajudar... é a pessoa que mais tem compromissos, que nunca tem tempo, e quer abraçar o mundo com as pernas que eu conheço... em compensação, não falta a nada do que você convida, ou que você espere que ela compareça, seja agradável ou não... mesmo com o mundo estando caindo para ela... ela só tendo motivos para chorar, sempre tira uma piada do bolso para te animar... sempre tem uma palavra de conforto... sempre tem um quitute gostoso para te oferecer, enfim... a Sônia é um conjunto do que um ser humano possa ser no auge de sua plenitude, só que ela não se dá ao trabalho de esconder seu lado "B"... vc sabe exatamente o que esperar dela... isso sem contar o lado profissional... tuuuuuuuuuudo meio mulambento... ô letra desgraçada... mas uma mente prodigiosa... uma organização mental (só mental mesmo...)... e um amor pelo Ana Rosa que sai de suas entranhas... tenho certeza que ela morre e mata pela escola... só compete com a Lucia...
Aí vem a Carol... minha freguesona... (será que é com "z"?)... com seu cabelo vermelho fogo e seus óculos... figuraça... se tornou uma companheira... papo agradabilíssimo... e uma cabeça privilegiada... sem querer diminuir as demais... privilegiada demais para se confinar em uma sala de aula de primeira ou segunda série... ela tinha que ser "mestra dos mestres" entendem? pode ser excelente educadora, mas, a meu ver, em outra esfera... (diferente da Clara, que é o estereótipo da primeiraprofessoraqueagentenuncaesquece, entendem?)... a Carol é de um gabarito... de uma vastidão cultural... vai minha amiga! vá para a carreira acadêmica, que é muito mais seu perfil!
aí vem a Suzi... haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahahahahahaha... dou risada só de lembrar... ela é do tipo de gente que não chega... ela IRROMPE... é um tornado... um furacão... nunca passa despercebida em canto nenhum... faz tudo ao mesmo tempo... é diretora sindical, professora, síndica do condomínio, conselheira da comunidade negra, enfermeira de mãe, pai, tia, sobrinho, irmã... vixe... e dá conta de tudo... consegue ser bem humorada e queridíssima pelos alunos...
aí... apesar de não ser funcionário, mas já sendo patrimônio do Ana Rosa, vem o Valêncio... VALÉEEEEEEEEEEEEEEEERCIO para mim...) o PM da ronda escolar... pensa num cara engraçado... formigão, adora um doce... língua preta... piadista... ótima companhia... isso porque nosso convívio se limitou ao balcão da secretaria, imagine se fôssemos amigos de copo? agora somos amigos virtuais... pelo menos isso... diminui a saudade...
Sei que tem pessoas que não foram citadas, não que não tenham sido lembradas, mas, cada qual sabe o porque da minha indiferença... e não se importem comigo não, porque, o que mais quero que venha de vocês é a recíproca integral da minha indiferença!
Agora... se escapou um de meus queridos... vcs sabem que não dá para cobrar nada dos meus loiros neurônios...
Não vou nem falar do jeitinho da Chiquita... aaaaaaaaaaaaah minha amiga... tão gozadinho o jeito dela... que Deus a tenha em boa conta...
e que Ele, em sua infinita sabedoria e misericórdia continue cuidando de vocês, do Ana Rosa e dessas crianças que estão aí...
Em linhas gerais, muito obrigada por tudo... principalmente pelo convívio e crescimento que vocês me proporcionaram...
Beijos e bênçãos!
Certo dia recebi um e mail sobre "O Segredo" e me propus a fazer um exercício que mandam lá... o de ressaltar as qualidades ao invés dos defeitos... tentei... tento... e não é que dá certo?
As pessoas de quem falei ontem os têm... as que vou falar hoje, ídem... mas, DEIXA OS DEFEITOS PRÁ LÁ...
A Inês... pessoa curiosa ela... (não que ela seja curiosa, me entendam...) uma super mãe... super avó... muito caprichosa no que faz... tenho a agradecer sua solidariedade na época do meu pós operatório... sua preocupação em cada entalada minha... coitada... sofria junto... mais um pouco também colocava a merenda para fora, só para eu não me sentir fora do contexto... hehehe...
A Sônia... aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah a Sônia... mexa com a língua dela e arque com as consequências... que podem ser desastrosas... eu não sei como uma pessoa pode ser tão diametralmente oposta dentro de um corpo só... e tudo ao mesmo tempo... é a personificação da confusão... toooooooooda bichada... acho que não tem um órgão funcionando plenamente... mas, ainda assim, ela consegue e dá banho de disposição em meio mundo... mesmo não estando nem um pouco disposta, coitada... vamos lá... É A MAIOR LÍNGUA PRETA QUE JÁ VI NA VIDA... em compensação propala aos quatro ventos boas qualidades de inúmeras pessoas... É IMPIEDOSA E ÁCIDA... em compensação é, tranquilamente a pessoa mais solidária, pau-pra-toda-obra, a "que veste a camisa", para tudo o que QUALQUER UM - eu disse - QUALQUER UM MESMO possa precisar... e, ainda mais, mesmo que ela não tenha para dar, ela conhece quem tem, dá um jeito de arrumar ou até se endivida para tentar ajudar... é a pessoa que mais tem compromissos, que nunca tem tempo, e quer abraçar o mundo com as pernas que eu conheço... em compensação, não falta a nada do que você convida, ou que você espere que ela compareça, seja agradável ou não... mesmo com o mundo estando caindo para ela... ela só tendo motivos para chorar, sempre tira uma piada do bolso para te animar... sempre tem uma palavra de conforto... sempre tem um quitute gostoso para te oferecer, enfim... a Sônia é um conjunto do que um ser humano possa ser no auge de sua plenitude, só que ela não se dá ao trabalho de esconder seu lado "B"... vc sabe exatamente o que esperar dela... isso sem contar o lado profissional... tuuuuuuuuuudo meio mulambento... ô letra desgraçada... mas uma mente prodigiosa... uma organização mental (só mental mesmo...)... e um amor pelo Ana Rosa que sai de suas entranhas... tenho certeza que ela morre e mata pela escola... só compete com a Lucia...
Aí vem a Carol... minha freguesona... (será que é com "z"?)... com seu cabelo vermelho fogo e seus óculos... figuraça... se tornou uma companheira... papo agradabilíssimo... e uma cabeça privilegiada... sem querer diminuir as demais... privilegiada demais para se confinar em uma sala de aula de primeira ou segunda série... ela tinha que ser "mestra dos mestres" entendem? pode ser excelente educadora, mas, a meu ver, em outra esfera... (diferente da Clara, que é o estereótipo da primeiraprofessoraqueagentenuncaesquece, entendem?)... a Carol é de um gabarito... de uma vastidão cultural... vai minha amiga! vá para a carreira acadêmica, que é muito mais seu perfil!
aí vem a Suzi... haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahahahahahaha... dou risada só de lembrar... ela é do tipo de gente que não chega... ela IRROMPE... é um tornado... um furacão... nunca passa despercebida em canto nenhum... faz tudo ao mesmo tempo... é diretora sindical, professora, síndica do condomínio, conselheira da comunidade negra, enfermeira de mãe, pai, tia, sobrinho, irmã... vixe... e dá conta de tudo... consegue ser bem humorada e queridíssima pelos alunos...
aí... apesar de não ser funcionário, mas já sendo patrimônio do Ana Rosa, vem o Valêncio... VALÉEEEEEEEEEEEEEEEERCIO para mim...) o PM da ronda escolar... pensa num cara engraçado... formigão, adora um doce... língua preta... piadista... ótima companhia... isso porque nosso convívio se limitou ao balcão da secretaria, imagine se fôssemos amigos de copo? agora somos amigos virtuais... pelo menos isso... diminui a saudade...
Sei que tem pessoas que não foram citadas, não que não tenham sido lembradas, mas, cada qual sabe o porque da minha indiferença... e não se importem comigo não, porque, o que mais quero que venha de vocês é a recíproca integral da minha indiferença!
Agora... se escapou um de meus queridos... vcs sabem que não dá para cobrar nada dos meus loiros neurônios...
Não vou nem falar do jeitinho da Chiquita... aaaaaaaaaaaaah minha amiga... tão gozadinho o jeito dela... que Deus a tenha em boa conta...
e que Ele, em sua infinita sabedoria e misericórdia continue cuidando de vocês, do Ana Rosa e dessas crianças que estão aí...
Em linhas gerais, muito obrigada por tudo... principalmente pelo convívio e crescimento que vocês me proporcionaram...
Beijos e bênçãos!
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
O Advento Ana Rosa...
Até 24/03/2004 eu era uma reles patricinha, que conseguiu seu primeiro emprego público, graças a uma aprovação estrondosa em um concurso super concorrido...
Mal poderia imaginar que, além de viabilizar os gastos com meu casamento, e aprender novas técnicas profissionais, eu estava entrando na mais rica experiência que um ser humano pode ter!
Foi lá que aprendi a lidar com tudo... ser "mandada", coisa que foi difícil de acostumar... conviver com o coletivo, já que sempre tive tudo só para mim... viver com a "pequenês" humana... com a grandiosidade de caráter de poucos... mas, principalmente, HUMILDADE...
Para falar do Ana Rosa, vou precisar citar alguns nomes, espero que essas pessoas me perdôem... e outros não me atrevo, já que as considerações sobre eles seriam passíveis de ações por danos morais... (será que constatar fatos é ofensa?), enfim... vou de um spectro menor ao todo... espero que não fique cansativo, e que vcs entendam...
Lucia... (isso mesmo, sem acento)... a Diretora... foi a responsável, sem dúvida, por quase toda a metamorfose sofrida por mim... metamorfose inversa... de borboleta passei - a duras penas - a lagarta... ela, que a princípio, parecia ser a "pedra do meu sapato" acabou se revelando uma pessoa justa e sábia... apesar de às vezes esquecer de acionar o filtro entre a língua e o cérebro, era generosa o suficiente para admitir que errou, e se retratar... ainda bem que quase sempre em tempo, mas, ainda assim, uma pessoa - para quem não conhece - difícil de lidar... com o tempo, se transformou no meu Alvo Dumbledore... e eu, quase que literalmente, virei seu Hagrid... hehehe...
Entrei na escola mimaaaaaaaaaaaaaaaaada... com a tia superprotetora (ai que saudades) no encalço... até que um dia, não me lembro o porquê, foi me dado um "se situa" que me fez enxergar que eu poderia sim, me sentir a dona do mundo, mas lá na escola o buraco seria mais embaixo... Lucia Helena... casca dura... interior terno... justiça a toda prova... generosidade... doação em todos os aspectos... se todos os responsáveis pela administração das escolas públicas fossem como ela, não haveria espaço nem para a Sorbonne...
Atrelada à Lucia, vem a Eliana... digna de toda uma postagem... ácida... perspicaz... dona de um poder de organização, memória, inteligência e sagacidade invejáveis... ela é o modelo do que toda mulher sonha em ter/ser... mãe de uma família digna de propaganda de margarina... onde todos são felizes o tempo todo... onde o marido é um eterno apaixonado... os filhos são inteligentíssimos, educados, cultos e não são babacas! isso é incrível... ela é bem sucedida na carreira, ele ídem... mas, o que me encanta nessa pequena ruiva não é nada disso... adoraria ter uma vida como a dela... mas, o mais importante é que eu gostaria mesmo de tê-los sempre por perto... ela, Honorinho, Lívia, Matheus, e, de quebra, a toda ternura, desde que não seja contrariada, Luciana... outra graça de pessoa (acho que é genético...)
A Eliana, ou Elidiamara, como a chamo, e ela atende (o que é bem pior) é tudo de bom... boa ouvinte... bom ombro amigo... boa crítica... sarrista... uma excelente companhia para os exíguos 20 metros quadrados de uma secretaria de escola... foram tantas risadas só nossas... tantas fofoquinhas deliciosas... tanto choro (mais meu do que dela) que só nós temos consciência disso... é uma saudade constante... uma boa lembrança sempre... uma AMIGA... talvez das únicas, na própria acepção da palavra, a despeito de relacionamentos profissionais, que eu tenha feito na escola... esteve nos meus melhores momentos, assim como nos piores... e não apenas cumprindo obrigações sociais, mas sim, envolvida em toda atmosfera do que quer que estivesse acontecendo... fosse festa ou velório...
O tempo passou... Dona Isaura se foi... e o emprego, que eu cheguei a amaldiçoar, foi o que segurou a mim e ao Marcelo em termos monetários... de moradora do Residencial Rembrandt Plaza, cujo condomínio era um salário meu e meio, virei a caseira da EE "Profª Ana Rosa Zuicker D'Annunziata" (vcs lembram quando citei o Hagrid?) pois é... C A S E I R A... com todas as atribuições advindas de tal ocupação... cárcere privado voluntário... lavagem de pátio... poda de plantinhas espinhentas... roçada de quintais, etc... não vou dizer que tenha sido fácil... foi punk... mas, quando lembro daquela casinhanhá enfestadadá dicupimpimpim me dá uma saudade... foi a primeira casa MINHA... onde eu determinava o que se ia ou não fazer... onde eu administrava tudo... onde eu recebia quem e quando eu queria... fui feliz... mas tão feliz, que hoje lembro apenas das boas coisas, que não foram poucas... as más lembranças se foram junto com os calos que sumiram da palma da minha mão...
Como nenhuma situação é tão ruim que não possa piorar, chegou o dia do Má perder o emprego... isso sim, foi de enlouquecer... me vi sem saída... sem perspectiva... até que, num surto absoluto de desespero, recebi a inspiração divina de fazer o que sabia de melhor (olha o Harry aí de novo, geeeeeeeeeeeeeeente...) calma... não peguei uma Firebolt para enfrentar um rabo córneo húngaro... peguei minhas panelas, assadeiras, temperos e comecei minha alquimia... aos poucos fui enfeitiçando quem provava... e, quando percebi, só saía da cozinha durante o expediente, para tomar banho e dormir... e dormia pouco... minhas costas ardiam, mas eu estava feliz... realizada... sustentando a casa com meu suor e do Má, meu incansável companheiro... que abraçou a idéia e se tornou meu ajudante... MAIS UM APRENDIZADO... talvez o maior de todos... amor... muito amor em tudo o que se faz... e as pessoas me ajudavam... e se ajudavam... e foi uma troca tão boa... tão poderosa... que me sustentou por um bom tempo... e me deu a certeza de que, se um dia eu tornar a precisar, tenho um dom que ninguém me tira... o de saciar apetites ávidos por um bom tempero e por qualidade...
Nesse tempo de perrengue absoluto, entraram em ação duas pessoas de suma importância... Margareth e Paulo... casal 20 total... super bem humorados... profissionais mais do que capacitados... me ajudaram muito... fosse com uma palavra, com um sorriso, com um abrir e fechar de escola, ou com uma sobra da merenda, que, por mais extraordinário que possa parecer, foi o que nos salvou por um breve e negro período... morro de saudades desses dois, e, a única falha da Margô em relação a mim foi não ter feito o falado pastel de palmito, que fazia com que a boca do Paulo se alagasse...
Até agora está tudo lindo... tudo muito bom... algo bem Pollyana... mas o Ana Rosa não era só isso... haviam pessoas boas, com suas peculiaridades e pequenos defeitos algumas acima da média, com traços bem característicos, às vezes, caricatas... ex: a língua da Sônia (outro exemplo de doação... só ao próximo, não a ela...), a voz da Gilda... misericórdia... essa tbém é responsável por outro tapa na cara que a vida me deu... obrigada sempre! talvez das melhores mães que já tenham pisado nesse planeta... de filhos e de não filhos... a dona Maria... tão pequenininha... mas uma fera... forte... determinada... e a Vitória... aaaaaaaaaaaaaaaah a Vitória... manhooooooooooosa... careeeeeeeeeeeeeeeeeeeeente... querida... mais do que querida... com aquela cara dela de "quero colo"... e engraçada... affe, como ela é engraçada... a Nelly (amordavida) um amor da vida mesmo... outra mãezona e amigona... e a Lenita... com seu bumbum arrebitado... sempre na correria e falando sozinha... temente a Deus... compromissada com o trabalho e filhos... uma boa pessoa... aliás, resumindo a ópera, o Ana Rosa tem, em sua larga maioria, pessoas de muito boa índole... bom coração... boa formação... vou ficar muito prolixa de falar de uma por uma... mas tem a Adriana... a Carol (ô dupla...), a Clara... a Ana Maria Bento (essa é querida... saudades...) até a Alécia e a Benê, com toda sua seriedade... pensam que me enganam? pessoas de primeira qualidade!
Mas, como tudo nessa vida tem um lado B... vêm também aqueles que nem perderei meu tempo em citar... tacanhos... pequenos... medíocres... que, por me perceberem numa situação de fragilidade, se aproveitaram para se sobressair e me humilhar... sabe aquele lance de "chutar cachorro morto"? Pois é... foi bem o que aconteceu... pessoas que se davam o direito de gritar comigo em público... sabotar o serviço para que responsabilidades caíssem sobre as minhas costas... pessoas que não se conformavam em, mesmo eu estando tão vulnerável, ainda ter educação, berço, princípios e um bom marido... a essas pessoas, meu MAIS PROFUNDO MUITO OBRIGADA... porque, se não fosse por vocês, eu ainda estaria aí... nessa cidade, nessa escola, nessa vida... e não teria aberto os canais para o surgimento de novas oportunidades... foi devido ao seu desprezo e falta de caridade cristã que me enchi de coragem e, em dez de maio de 2008, deixei as instalações da zeladoria da escola Ana Rosa para me jogar no mundo... e, para seu desespero, está sendo muito bom! Deus está sendo mais do que generoso comigo... me deu um excelente emprego... a oportunidade de reaprender a ser filha... de estar perto dos meus... só peço ao Todo Poderoso que não deixe que a lei do retorno recaia, implacável, sobre a sua descendência... sim, sobre a sua descendência, porque, sobre vocês, de tão pequenos, como diria Celena, "NEM FÁ NEM FÚ!"
Amanhã, nesse mesmo bat canal, vou tecer algumas linhas sobre outras pessoas mais do que dignas de nota... não espero, de coração, que o alvo do desabafo do último parágrafo entenda que é o destinatário da mensagem... afinal, é necessária sutileza, inteligência e um pouquinho de perspicácia - que não estarão presentes em um dicionário de bolso - (essa foi boa...haaaaahahaha)
inté manhã!
beijos e bênçãos!
Mal poderia imaginar que, além de viabilizar os gastos com meu casamento, e aprender novas técnicas profissionais, eu estava entrando na mais rica experiência que um ser humano pode ter!
Foi lá que aprendi a lidar com tudo... ser "mandada", coisa que foi difícil de acostumar... conviver com o coletivo, já que sempre tive tudo só para mim... viver com a "pequenês" humana... com a grandiosidade de caráter de poucos... mas, principalmente, HUMILDADE...
Para falar do Ana Rosa, vou precisar citar alguns nomes, espero que essas pessoas me perdôem... e outros não me atrevo, já que as considerações sobre eles seriam passíveis de ações por danos morais... (será que constatar fatos é ofensa?), enfim... vou de um spectro menor ao todo... espero que não fique cansativo, e que vcs entendam...
Lucia... (isso mesmo, sem acento)... a Diretora... foi a responsável, sem dúvida, por quase toda a metamorfose sofrida por mim... metamorfose inversa... de borboleta passei - a duras penas - a lagarta... ela, que a princípio, parecia ser a "pedra do meu sapato" acabou se revelando uma pessoa justa e sábia... apesar de às vezes esquecer de acionar o filtro entre a língua e o cérebro, era generosa o suficiente para admitir que errou, e se retratar... ainda bem que quase sempre em tempo, mas, ainda assim, uma pessoa - para quem não conhece - difícil de lidar... com o tempo, se transformou no meu Alvo Dumbledore... e eu, quase que literalmente, virei seu Hagrid... hehehe...
Entrei na escola mimaaaaaaaaaaaaaaaaada... com a tia superprotetora (ai que saudades) no encalço... até que um dia, não me lembro o porquê, foi me dado um "se situa" que me fez enxergar que eu poderia sim, me sentir a dona do mundo, mas lá na escola o buraco seria mais embaixo... Lucia Helena... casca dura... interior terno... justiça a toda prova... generosidade... doação em todos os aspectos... se todos os responsáveis pela administração das escolas públicas fossem como ela, não haveria espaço nem para a Sorbonne...
Atrelada à Lucia, vem a Eliana... digna de toda uma postagem... ácida... perspicaz... dona de um poder de organização, memória, inteligência e sagacidade invejáveis... ela é o modelo do que toda mulher sonha em ter/ser... mãe de uma família digna de propaganda de margarina... onde todos são felizes o tempo todo... onde o marido é um eterno apaixonado... os filhos são inteligentíssimos, educados, cultos e não são babacas! isso é incrível... ela é bem sucedida na carreira, ele ídem... mas, o que me encanta nessa pequena ruiva não é nada disso... adoraria ter uma vida como a dela... mas, o mais importante é que eu gostaria mesmo de tê-los sempre por perto... ela, Honorinho, Lívia, Matheus, e, de quebra, a toda ternura, desde que não seja contrariada, Luciana... outra graça de pessoa (acho que é genético...)
A Eliana, ou Elidiamara, como a chamo, e ela atende (o que é bem pior) é tudo de bom... boa ouvinte... bom ombro amigo... boa crítica... sarrista... uma excelente companhia para os exíguos 20 metros quadrados de uma secretaria de escola... foram tantas risadas só nossas... tantas fofoquinhas deliciosas... tanto choro (mais meu do que dela) que só nós temos consciência disso... é uma saudade constante... uma boa lembrança sempre... uma AMIGA... talvez das únicas, na própria acepção da palavra, a despeito de relacionamentos profissionais, que eu tenha feito na escola... esteve nos meus melhores momentos, assim como nos piores... e não apenas cumprindo obrigações sociais, mas sim, envolvida em toda atmosfera do que quer que estivesse acontecendo... fosse festa ou velório...
O tempo passou... Dona Isaura se foi... e o emprego, que eu cheguei a amaldiçoar, foi o que segurou a mim e ao Marcelo em termos monetários... de moradora do Residencial Rembrandt Plaza, cujo condomínio era um salário meu e meio, virei a caseira da EE "Profª Ana Rosa Zuicker D'Annunziata" (vcs lembram quando citei o Hagrid?) pois é... C A S E I R A... com todas as atribuições advindas de tal ocupação... cárcere privado voluntário... lavagem de pátio... poda de plantinhas espinhentas... roçada de quintais, etc... não vou dizer que tenha sido fácil... foi punk... mas, quando lembro daquela casinhanhá enfestadadá dicupimpimpim me dá uma saudade... foi a primeira casa MINHA... onde eu determinava o que se ia ou não fazer... onde eu administrava tudo... onde eu recebia quem e quando eu queria... fui feliz... mas tão feliz, que hoje lembro apenas das boas coisas, que não foram poucas... as más lembranças se foram junto com os calos que sumiram da palma da minha mão...
Como nenhuma situação é tão ruim que não possa piorar, chegou o dia do Má perder o emprego... isso sim, foi de enlouquecer... me vi sem saída... sem perspectiva... até que, num surto absoluto de desespero, recebi a inspiração divina de fazer o que sabia de melhor (olha o Harry aí de novo, geeeeeeeeeeeeeeente...) calma... não peguei uma Firebolt para enfrentar um rabo córneo húngaro... peguei minhas panelas, assadeiras, temperos e comecei minha alquimia... aos poucos fui enfeitiçando quem provava... e, quando percebi, só saía da cozinha durante o expediente, para tomar banho e dormir... e dormia pouco... minhas costas ardiam, mas eu estava feliz... realizada... sustentando a casa com meu suor e do Má, meu incansável companheiro... que abraçou a idéia e se tornou meu ajudante... MAIS UM APRENDIZADO... talvez o maior de todos... amor... muito amor em tudo o que se faz... e as pessoas me ajudavam... e se ajudavam... e foi uma troca tão boa... tão poderosa... que me sustentou por um bom tempo... e me deu a certeza de que, se um dia eu tornar a precisar, tenho um dom que ninguém me tira... o de saciar apetites ávidos por um bom tempero e por qualidade...
Nesse tempo de perrengue absoluto, entraram em ação duas pessoas de suma importância... Margareth e Paulo... casal 20 total... super bem humorados... profissionais mais do que capacitados... me ajudaram muito... fosse com uma palavra, com um sorriso, com um abrir e fechar de escola, ou com uma sobra da merenda, que, por mais extraordinário que possa parecer, foi o que nos salvou por um breve e negro período... morro de saudades desses dois, e, a única falha da Margô em relação a mim foi não ter feito o falado pastel de palmito, que fazia com que a boca do Paulo se alagasse...
Até agora está tudo lindo... tudo muito bom... algo bem Pollyana... mas o Ana Rosa não era só isso... haviam pessoas boas, com suas peculiaridades e pequenos defeitos algumas acima da média, com traços bem característicos, às vezes, caricatas... ex: a língua da Sônia (outro exemplo de doação... só ao próximo, não a ela...), a voz da Gilda... misericórdia... essa tbém é responsável por outro tapa na cara que a vida me deu... obrigada sempre! talvez das melhores mães que já tenham pisado nesse planeta... de filhos e de não filhos... a dona Maria... tão pequenininha... mas uma fera... forte... determinada... e a Vitória... aaaaaaaaaaaaaaaah a Vitória... manhooooooooooosa... careeeeeeeeeeeeeeeeeeeeente... querida... mais do que querida... com aquela cara dela de "quero colo"... e engraçada... affe, como ela é engraçada... a Nelly (amordavida) um amor da vida mesmo... outra mãezona e amigona... e a Lenita... com seu bumbum arrebitado... sempre na correria e falando sozinha... temente a Deus... compromissada com o trabalho e filhos... uma boa pessoa... aliás, resumindo a ópera, o Ana Rosa tem, em sua larga maioria, pessoas de muito boa índole... bom coração... boa formação... vou ficar muito prolixa de falar de uma por uma... mas tem a Adriana... a Carol (ô dupla...), a Clara... a Ana Maria Bento (essa é querida... saudades...) até a Alécia e a Benê, com toda sua seriedade... pensam que me enganam? pessoas de primeira qualidade!
Mas, como tudo nessa vida tem um lado B... vêm também aqueles que nem perderei meu tempo em citar... tacanhos... pequenos... medíocres... que, por me perceberem numa situação de fragilidade, se aproveitaram para se sobressair e me humilhar... sabe aquele lance de "chutar cachorro morto"? Pois é... foi bem o que aconteceu... pessoas que se davam o direito de gritar comigo em público... sabotar o serviço para que responsabilidades caíssem sobre as minhas costas... pessoas que não se conformavam em, mesmo eu estando tão vulnerável, ainda ter educação, berço, princípios e um bom marido... a essas pessoas, meu MAIS PROFUNDO MUITO OBRIGADA... porque, se não fosse por vocês, eu ainda estaria aí... nessa cidade, nessa escola, nessa vida... e não teria aberto os canais para o surgimento de novas oportunidades... foi devido ao seu desprezo e falta de caridade cristã que me enchi de coragem e, em dez de maio de 2008, deixei as instalações da zeladoria da escola Ana Rosa para me jogar no mundo... e, para seu desespero, está sendo muito bom! Deus está sendo mais do que generoso comigo... me deu um excelente emprego... a oportunidade de reaprender a ser filha... de estar perto dos meus... só peço ao Todo Poderoso que não deixe que a lei do retorno recaia, implacável, sobre a sua descendência... sim, sobre a sua descendência, porque, sobre vocês, de tão pequenos, como diria Celena, "NEM FÁ NEM FÚ!"
Amanhã, nesse mesmo bat canal, vou tecer algumas linhas sobre outras pessoas mais do que dignas de nota... não espero, de coração, que o alvo do desabafo do último parágrafo entenda que é o destinatário da mensagem... afinal, é necessária sutileza, inteligência e um pouquinho de perspicácia - que não estarão presentes em um dicionário de bolso - (essa foi boa...haaaaahahaha)
inté manhã!
beijos e bênçãos!
Ontem eu chorei...
É... ontem eu chorei... não que tenha acontecido algo diferente... chorei ao escrever um cartão de natal... chorei por estar respondendo um cartão de Natal... um, dos mais de 18 que recebi dessa mesma pessoa, e, se retribuí dois ou três foi muito... desconsideração? não... em momento algum... é que a coisa toda era tão próxima... tão grudada... SIAMESAMENTE GRUDADA... que não tinha necessidade... nunca parei para perguntar se essa pessoa teria ficado esperando um cartão meu...
Chorei... chorei por PRECISAR retribuir o cartão... não pelos R$4,00 + o sêlo... chorei pela recíproca talvez não ser mais tão óbvia... ops, me expressei mal... ela é óbvia, mas não é mais visível... não tem mais toque... não tem mais olho-no-olho... pensei muito nisso inclusive na hora de redigir... como é louca a idéia de poder carregar alguém consigo onde quer que vc vá, mesmo que esse alguém não vá junto... calma gente... não cheirei nem fumei nada esquisito... só estou tentando traduzir em palavras essa confusão emocional que esse primeiro fim de ano pós Bauru está me causando...
Acho que a distância evidencia certas coisas... a gente tem mais clareza para enxergar o que o calor da paixão teima em ocultar...
Essa mudança territorial também está dando origem a mudanças de comportamentos, sentimentos e ideais... o que eu achava tão bom... aaaaaaaaaah, vá lá... hoje eu vejo que não era tão bom assim... aquele que era tãaaaaaaaaaaaaaaaaao amigo... hoje eu vejo que não era tão amigo assim... aquele que era ruim... não tinha taaaaaaaaaaaaaaaaaanto defeito assim... Deus está me dando uma nova chance... Deus está me dando uma nova vida... mas já foram tantas... tantas mudanças... tantas novas vidas... tantos divisores de águas... e, porque chorei ontem? Porque uma das poucas coisas que eu tinha de concreto na vida, Deus levou... e outra - não menos importante - ficou para trás... foi igualada aos que não eram tão assim... e isso me incomodou... chorei... chorei de saudade... mas também chorei de pena de mim... que, mais uma vez, em nome de novas oportunidades, em todos os aspectos, de melhoras, de resgates, tive que deixar para trás meu bem mais precioso... e eu fico com uma raiva de mim quando lembro que não retribuí todos os cartões... sabe, Fábio... tenho impressão que não teria papel suficiente para escrever o que você é para mim...
Ontem eu chorei... e hoje... affe!
(aos amigos que lerem isso... não me levem a mal... amo todos vocês, mas o Fábio... quem me conhece, sabe...)
beijos e bênçãos!
Chorei... chorei por PRECISAR retribuir o cartão... não pelos R$4,00 + o sêlo... chorei pela recíproca talvez não ser mais tão óbvia... ops, me expressei mal... ela é óbvia, mas não é mais visível... não tem mais toque... não tem mais olho-no-olho... pensei muito nisso inclusive na hora de redigir... como é louca a idéia de poder carregar alguém consigo onde quer que vc vá, mesmo que esse alguém não vá junto... calma gente... não cheirei nem fumei nada esquisito... só estou tentando traduzir em palavras essa confusão emocional que esse primeiro fim de ano pós Bauru está me causando...
Acho que a distância evidencia certas coisas... a gente tem mais clareza para enxergar o que o calor da paixão teima em ocultar...
Essa mudança territorial também está dando origem a mudanças de comportamentos, sentimentos e ideais... o que eu achava tão bom... aaaaaaaaaah, vá lá... hoje eu vejo que não era tão bom assim... aquele que era tãaaaaaaaaaaaaaaaaao amigo... hoje eu vejo que não era tão amigo assim... aquele que era ruim... não tinha taaaaaaaaaaaaaaaaaanto defeito assim... Deus está me dando uma nova chance... Deus está me dando uma nova vida... mas já foram tantas... tantas mudanças... tantas novas vidas... tantos divisores de águas... e, porque chorei ontem? Porque uma das poucas coisas que eu tinha de concreto na vida, Deus levou... e outra - não menos importante - ficou para trás... foi igualada aos que não eram tão assim... e isso me incomodou... chorei... chorei de saudade... mas também chorei de pena de mim... que, mais uma vez, em nome de novas oportunidades, em todos os aspectos, de melhoras, de resgates, tive que deixar para trás meu bem mais precioso... e eu fico com uma raiva de mim quando lembro que não retribuí todos os cartões... sabe, Fábio... tenho impressão que não teria papel suficiente para escrever o que você é para mim...
Ontem eu chorei... e hoje... affe!
(aos amigos que lerem isso... não me levem a mal... amo todos vocês, mas o Fábio... quem me conhece, sabe...)
beijos e bênçãos!
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